Até que.


Até que possamos ser uma cidade muito livre, pousemos os olhos no horizonte e fitemos todos os pormenores de que fomos capazes sobre a nossa liberdade e a dos outros.
Até que cheguemos aí, morramos onde já ninguém mora e comecemos no medo a erguer a casa que há-de ser a nossa verdadeira casa de nascença, até porque nunca existe uma idade certa para nascer.

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