para a LandaSubitamente os corpos plantam-se
e julgam-se sobrevoando o azul de si
e não do mundo.
Subitamente os corpos dizem-se
e guardam as palavras que criaram
à revelia de todos os alfabetos.
Subitamente os corpos amam-se
e pensam que fugiram para sempre
não do que eram mas do mundo inteiro.
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