E das aves, meu grande amor, aprendi que o caminho é uma casualidade, uma imensa casualidade entre aquilo que fomos acreditando, aquilo que fomos dando e tudo o que falta aos que da vida nunca sentiram, como nós, um grande amor.
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Anónimo disse…
Quand on a que l'amour... O que me inspira na chanson em geral, não só em Brel, mas em tantos outros, é o 'cabaretismo' que emana dum artista que canta "só com a voz". Os cabarés de Paris lançaram tudo o que é gente da canção francesa, sobretudo, os franceses que não são franceses, tal como Brel. E quase todos eles se atiraram contra a cidade que conheceram por debaixo dos lençóis... Enfim, no Bobino já se viu de tudo, desde Brel, nos anos 50, a Milla Jojovich um destes dias!
De acordo,ainda há dias falava numa estranha vontade de começar com uns músicos o desenho de um projecto entre o jazz lento e o cabaret íntimo. Vontades a que o tempo não responde com o mesmo ímpeto. Abraço
Anónimo disse…
E eu acredito no projecto, acredito na vontade e acima de tudo acredito em si e no seu desejo de o pôr em prática... Jovens com capacidades existem, agora é só uma questão de acreditar e começar...É um projecto interessante e com potencialidades...vai dar certo!
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Cristina Figueiredo