Istanbul 4

Na última manhã em Istanbul, dirigi-me à Mesquita Azul, em Sultan Ahmed.
Entrei. Um silêncio povoado de espanto e de liberdade deu-me a face e a mão de Deus. Senti-me de casa. Pedi o melhor e dei o melhor num breve instante de quietude. Experimentei uma forma de orar que desconhecia. Não sei porquê, mas senti que as coisas tinham alcançado o seu curso. Tudo estava pronto para que se seguisse caminho e, na bagagem, tudo estivesse mais forte, mais claro, mais livre.


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