Aceso por dentro.
Iluminar uma rota na cidade, onde a noite se anuncia com todos os seus mistérios, as suas formas, a sua linguagem de criar uma linha e depois um corpo. É assim que aguardam, na Coruña, os candeeiros vermelhos, junto ao passeio marítimo, ao longo do percurso de eléctrico. Estão apagados, porém acesos no coração estrangeiro que lhes levo. Acesos no devir, na função, na beleza, na expressão livre e, por isso, raríssimamente repetível. O mesmo se exige à alma humana, ao pensamento e a tudo que acabe por ser factual na incontável diversidade de sentir, de perceber ou explicar o que poderá ser uma rua, uma cidade, uma noite iluminada, ou uma vida.


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cumprimentos,
Marcos
marcos galinari