
Começa na mão a estrada infinita.
A seguir, desprende-se do mundo o corpo amadurecido.
Tudo parece novo e a prazo. De quase tudo se duvida.
Menos da mão, da mão que deu provas tão cabais
de haver estrada infinita, de haver na memória
uma imagem ou uma razão pela qual, em silêncio,
se grita.
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