Incógnita.


Até à incessante descoberta do coração, deixo que os passos atravessem o tempo ao ritmo das coisas que desconheço e que devo amar por força do destino.
O amor é um dever dos vivos.
Não serei mais o passageiro regular das coisas que lenta e fundamente mudariam a vida. Não serei mais esse passageiro, mas na incessante estrada do coração, outras vozes acalentam o que vier. Pergunto a medo, como um velho com mil anos: está aí alguém? Quem anda aí?
Só um dia, o coração saberá a resposta, a verdadeira, a que mais interessa.

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