Conceber o Deus em nós.

A fronteira é uma geometria que enlaça corpo e luz, a pele a desprender-se do tacto até dele ser a possível liberdade, abandonando o materialmente fundado.
A fronteira reside entre o que morre e o que permanece, sendo, por isso, importante termos ocupado um corpo de terra nascido, de sermos do tempo a sua boa nova, a sua única e irrepetível nova, para que noutro corpo, maior e imaterial, possamos sentir serenamente a alegria do infinito.


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