Funchal
Não estávamos em Junho. A Avenida do Mar não cheirava aos jacarandás em flor. A brisa não trazia a memória recente do sol. Nem o Golden Gate nos recolhia as tardes.
Estava na Ilha a fitar o nosso corpo e a desconstruir nas horas de Novembro as fugas de um antigo verão, roubado para sempre ao mais íntimo e ao mais belo exílio que guarda o que nunca saberá o alheio coração.
Estava na Ilha a fitar o nosso corpo e a desconstruir nas horas de Novembro as fugas de um antigo verão, roubado para sempre ao mais íntimo e ao mais belo exílio que guarda o que nunca saberá o alheio coração.



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