As estrelas do verão.




Contaria contigo as estrelas e só muito tarde adormeceríamos outra vez sobre a real impressão do verão. Depois, viria a quentura das noites, os desertos a assolar-nos o olhar e a rumorejar que há sempre um pedaço de infinito e de lonjura onde os dias voltarão a ser mágicos e tu voltarás a ter a voz que só ao amor é conhecida, para desvendar nos olhos um do outro as estrelas e os seus nomes, as estrelas e os seus seres, as estrelas e as suas juras, as estrelas e os seus impossíveis.

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