Fortuna.
Pergunto-me.
As certezas são mortes. O horizonte é um desconhecimento.
Só os cadáveres rejubilam pelo que sabem.
Feliz do que entende que a alegria está no que se desconhece.
O que sabemos mais não é do que o pobre alforge que nos sintetiza
para seguir em frente e enfrentar.
Ninguém é rico no que atingiu.
Tudo que se atinge é passado.
Tudo que nos falta é o que somos verdadeiramente.


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