O Corpo.

Salvar um poema que de nós nasce como se fosse um braço ou a mão carente. Salvar um poema como se fosse do beijo o seu lado ardente. Salvar um poema como se fosse a vez de na aragem semear a mais pura música e ao ouvido mais amigo segredar o que no futuro será do peito o seu lado mais antigo. Salvar um poema como se fosse o poema que nunca soubemos e no corpo o sentíssemos como só ao amor ou à ausência concebemos.


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